segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Elas nunca saem de moda

Mesmo após o surgimento do e-mail muitas pessoas não abandonaram o hábito de enviar cartas, presentes e demais encomendas através da tão conhecida e simpática caixinha de correio. Presente em praticamente toda residência ou instituição empresarial, elas esbanjam criatividade na sua estrutura e funcionalidade.
Para o gerente de Vendas da Ferragens Pinheiro, Vanderlei Ribeiro, as caixinhas de correio ainda terão bastante vida útil nos próximos dez ou vinte anos. “Pela sua utilidade e cultura, elas despertam beleza no imóvel, por isso, existem tantos modelos e designs no mercado. Não consigo imaginar uma residência sem caixa de correio”, afirma.
Além da beleza, a segurança é fundamental na hora de escolher o modelo da caixa de correio, segundo o gerente. “O ideal é que ela seja fabricada com material de aço, para trazer mais segurança com as correspondências que o cliente recebe. É possível criar um design elegante da caixinha com estrutura metálica”, explica Vanderlei.
Na Ferragens Pinheiro, empresa de aço que atua há cinco décadas no Distrito Federal, existem diversos modelos e materiais que o cliente pode definir a melhor estrutura da sua caixa de correio. “Vendemos no estilo colonial com vários modelos e tamanhos. Além disso, podemos fabricar a caixa de correio que atenda o gosto do cliente”, ressalta o gerente de Vendas da Pinheiro.

Rodízio evita gastos desregulares dos pneus

Muita gente já ouviu falar no rodízio de pneus, que serve para equalizar o desgaste e aproveitar melhor a vida útil de cada um deles. Indicado para cada 10 mil km, o revezamento de pneus pode variar de acordo com o tipo de uso: quando se roda em trechos sinuosos, de curvas fechadas, que exigem freadas bruscas, o desgaste pode ser maior, o que pode exigir que o rodízio seja feito antes da quilometragem indicada.

O desgaste maior é sempre no eixo de tração do veículo. Por isso, na maioria dos carros brasileiros, os pneus dianteiros têm sua vida útil até três vezes menor que os dianteiros. A falta de rodízio pode gerar desencadear gastos maiores. “Desgaste irregular da banda dos pneus, redução da vida útil dos mesmos, alterações no consumo de combustível, avarias no sistema de suspensão, são alguns dos gastos prematuros que podem pegar de surpresa o consumidor”, explica Hélio Aveiro, vice-presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Distrito Federal (SINCODIV/DF). 

O rodízio equaliza os gastos dos pneus, mas não corrige deformações causadas por faltas de manutenção. Caso as rodas estejam mal alinhadas e balanceadas, ou prejudicadas por ângulos de cáster e cambagem errados, em pouco tempo a banda de rodagem dos pneus apresentará desgaste irregular. Os veículos se comportam melhor com pneus desgastados uniformemente. “É extremamente importante manter os pneus sempre alinhados e balanceados. Isso interfere diretamente no comportamento dinâmico do veículo, diminuindo a chance de acidentes”, explica Aveiro. 

A maneira correta de realizar o rodízio de pneus é trocando os pneus dianteiros pelos traseiros sem alterar o lado de rodagem. O pneu dianteiro esquerdo troca de lugar com o traseiro esquerdo e no lado direito a mesma coisa. Quando o estepe entra no jogo, ele deverá entrar no lugar de um pneu da frente. Caso seja colocado no lado esquerdo, o pneu que estava na dianteira do lado esquerdo passa para a traseira e o pneu que estava na traseira assume o papel de reserva. Nos veículos com tração integral, indica-se fazer o rodízio em “x”. 

Confira dicas para aproveitar melhor a vida útil de seus pneus:
 Calibrar os pneus uma vez por semana, conforme nível indicado no manual do proprietário.
 Serviços de alinhamento, balanceamento, cáster e cambagem contribuem para o gasto uniforme da banda dos pneus.
• Evite rodar com pneus que tenham bolhas.
 Caso compre apenas um par de pneus novos, instale-os no eixo traseiro.

Evite afogamentos e acidentes com noções básicas de segurança

No país, o afogamento é a segunda causa de morte entre crianças de um a nove anos de idade, segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa). Mas com simples noções de prevenção e primeiros socorros, ensinada pelo Corpo de Bombeiros Militar, é possível evitar acidentes.

O tenente Pérsio Moreira, do Grupamento de Busca e Salvamento, explica que ao se aproximar de uma pessoa em situação de afogamento, o socorrista deve estar a um braço de distância, afundar na água e segurar a pessoa por trás, para não ser puxado pela vítima durante o desespero.

 
"Com o mergulho por baixo, chamado canivete, se faz uma pegada na vítima pelo ombro-axila, para evitar que no desespero o socorrista seja puxado para o fundo. A partir disso, se faz o chamado 'nado reboque', que mantém a cabeça da vítima fora da água, até levar a margem", detalhou Moreira.

 
Depois, é preciso verificar a pulsação, respiração e os batimentos cardíacos da vítima. Moreira destaca também a importância de ver a quantidade de espuma na boca e nariz. "A pessoa aspira muita água e acaba gerando essa espuma. Mas depois disso, se analisa os graus de afogamento dela", comentou o tenente do Grupamento de Busca e Salvamento.

 
Caso a pessoa esteja inconsciente, deve-se começar o boca a boca e a massagem cardíaca. O recomendado é realizar até 100 compreensões por minuto, manter os braços firmes no peito, com as palmas das mãos sobre o peito da vítima. "Contudo, a massagem só deve ser feita nos casos graves", apontou Moreira.

 
AFOGAMENTOS – No Distrito Federal, de janeiro a novembro de 2013, o Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros atendeu a 58 afogamentos, sendo que fevereiro foi o mês de maior índice, com nove vítimas. Em 2012, foram registrados 53 casos em várias regiões do DF.

 
No país, os afogamentos em piscinas representam 53% de todos os casos de afogamento entre crianças, na faixa etária de um a nove anos. Mais de 90% dos óbitos desse tipo ocorrerem em água doce (piscinas, parques aquáticos, represas e rios).

 
Dessa forma, a prevenção ainda é a melhor forma de evitar qualquer forma de afogamento. De acordo com a Sobrasa, com apenas cinco atitudes é possível aumentar em 95% a segurança nas piscinas residenciais, de clubes, hotéis, academias e condomínios. Confira os itens aqui


RESIDÊNCIA – No período de férias escolares, as crianças permanecem mais tempo em casa. Por isso, é necessária uma atenção maior por parte dos pais, com cuidados que podem fazer toda a diferença na segurança dos pequenos.

 
Na época de calor, é fundamental restringir a entrada das piscinas residenciais com o uso de grades ou cercas, a uma altura que impeça crianças de entrarem no recinto da piscina sem um adulto.

 
"É recomendado também que as piscinas tenham, no mínimo, dois drenos (ralos anti-sucção), com velocidade máxima de 0,6 metros por segundo. A manutenção constante deles também é essencial, para evitar cortes nas pessoas", lembrou o tenente Pérsio.

 
Ainda assim, o ambiente campeão em número de acidentes é a cozinha. A atenção deve ser maior com panelas no fogão, objetos cortantes, equipamentos elétricos e botijão de gás.

 
Remédios, detergentes, venenos para roedores, pesticidas e produtos de limpeza devem ser guardados tampados e em locais fechados. Também não se deve utilizar garrafas PET para colocar detergente, pois a cor colorida dos produtos atrai a atenção das crianças.

 
Também é necessário ter cuidado com a fiação elétrica da casa, verificar se há algum fio desencapado, com as tomadas sempre protegidas.

 
O banheiro é outro local que requer atenção, pois durante o banho podem ocorrer muitas quedas. A dica do Corpo de Bombeiros é sempre colocar tapetes antiderrapantes. Além disso, os pais devem orientar seus filhos a não subirem no vaso sanitário.

 
Em caso de acidentes e urgências, deve-se ligar para o telefone 193, do Corpo de Bombeiros. Ao ser atendido, identifique-se, forneça o número de onde está falando e informe endereço com ponto de referência. Explique o que aconteceu e aguarde as orientações.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Insegurança ronda o campus da UnB em Planaltina




Dentro do campus da UnB Planaltina segundo relatos de alunos, servidores e professores tudo é normal, é seguro, não se tem notícia de ocorrência de crime contra o patrimônio da universidade e da comunidade acadêmica. Mas essa rotina foi quebrada no início deste mês com o furto  de um celular que pertencia a uma servidora. Ela  colocou o aparelho para carregar a bateria na área onde existem computadores para serem usados pelos alunos e um individuo que não pertence à universidade o furtou.
Não se pode dizer o mesmo das redondezas do campus. Na quinta (05) um professor que pediu para não ser identificado quase foi assaltado, às 16h, quando estacionava seu carro em frente à universidade. Um assaltante tentou rendê-lo e outros dois estavam esperando dentro do carro, mas o pessoal da segurança notou a movimentação e impediu a ação. Os homens que estavam no carro portavam armas.
 Várias ocorrências são apontadas diariamente por alunos e servidores fora da universidade, principalmente por aqueles que têm que percorrer os 400 metros que separam o campus até a parada de ônibus. O perigo aumenta à noite por ser um trecho mal iluminado, cheio de mato e deserto, apesar de se encontrar a alguns metros de um posto da Polícia Militar que segundo os vizinhos do local, está quase sempre vazio.
O estudante Igor Mateus Silva, do curso de Agronegócios, diz que os alunos chamam o trecho entre a universidade até a parada de ônibus, de Rua do Assalto. “ Muitos alunos ficaram sem o celular , notebook e dinheiro. É preciso que a Polícia Militar faça rondas para evitar esses crimes que ocorrem a qualquer hora do dia e da noite”, adverte Igor.
Intercampi não cumpre itinerário
 Para o universitário Júlio dos Santos à noite tem um agravante: quando o Intercampi, ônibus que sai do campus universitário para o campus Darcy Ribeiro e Rodoviária do Plano Piloto não passa, alunos e professores têm que recorrer a caronas ou se aventurar até a parada para buscar condução para casa.
 Luis Antônio Pasquetti, diretor da UnB Planaltina, afirma que o problema de segurança é do portão para fora. “ As obras da expansão do estacionamento estão bastante adiantadas, com isso teremos mais vagas para que os professores possam estacionar seus carros dentro do campus que é seguro”,  avalia o diretor.
 Quanto  ao recorrente problema do não cumprimento de horário do Intercampi, o diretor Luis Pasquetti esclarece que já entrou em contato com o Decanato de Assuntos Comunitários(DAC), para que seja mantida a prestação de serviço com regularidade e de forma permanente.
 Fonte: ADUnB

Novas regras para realização de eventos no DF

A Câmara Legislativa aprovou na última sessão do ano o Projeto de Lei 1.531/2013, que trata sobre o licenciamento para a realização de eventos no Distrito Federal. A proposta atinge atividades recreativas, sociais, culturais, religiosas, esportivas, institucionais ou promocionais, com público acima de mil pessoas.

A proposta do Poder Executivo, encaminhada para análise dos deputados, não previa o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente e nem a legislação ambiental, em especial a sonora. Emendas da deputada Eliana Pedrosa (PPS), no entanto, garantiram transparência ao texto no tocante a esses dois temas. “A Câmara cumpriu seu papel ao melhorar uma proposta do governo que não previa o cumprimento de legislação já existente”, afirmou Eliana Pedrosa.

Outra emenda importante apresentada pela deputada Eliana Pedrosa trata da limpeza do local, que deverá ser feita pelos organizadores imediatamente ao término do evento e não mais pelo poder público. O texto aprovado pelos parlamentares também prevê suspensão de expedição de nova licença para eventos, pelo período de um ano, ao infrator reincidente em qualquer infração.

O Projeto de Lei segue agora para sanção do governador.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Agricultor​es pioneiros em Brasília podem perder suas terras

 

 
Produtores rurais que residem no Distrito Federal antes mesmo da inauguração da capital correm o risco de perderem suas propriedades. O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) alega que a área é de proteção permanente, o que impede qualquer atividade agrícola. Por este motivo, o deputado distrital Joe Valle (PDT), representantes de órgãos do governo relativos à questão e membros da sociedade civil realizarão no dia 14, às 15h, na ARIE JK, chácara 12, uma reunião pública para organizar a defesa destes agricultores e impedir que percam suas terras.


A área onde estão os agricultores, maioria imigrantes japoneses, está compreendida entre Samambaia, Ceilândia e Taguatinga, é considerada uma Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), mas este fato não impede as atividades agrícolas e de turismo ecológico realizadas na região. Os agricultores, que chegaram no DF há mais de 50 anos, cultivam diversas variedades de hortaliças e verduras. Eles também mantém um pesque-pague que é conhecido por quem gosta de pescaria.
 
Serviço
 
Dia: 14/12 - sábado
Hora: 15h
Local: ARIE JK, chácara 12, perto do complexo administrativo do Buritinga, em Taguatinga. Referência: Atrás do prédio em construção da Brookfield.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Insegurança na UnB Gama deixa apreensiva a comunidade acadêmica

                  
 
  
  


Arrombamentos, furtos no interior dos veículos são rotineiros e preocupam alunos e servidores do campus da UnB, no Gama. Hoje, quem teve o dissabor de encontrar seu carro danificado e o som do mesmo furtado foi o professor de Física , do Curso de Engenharia, Eberth Correa.
 
O professor Eberth conta que terminou sua aula às 11h, ao se dirigiu ao seu automóvel, um Toyota Corolla 2013/2014, que estava no estacionamento atrás do prédio onde trabalha, verificou que o vidro do passageiro estava quebrado e o som foi arrancado com tamanha violência que danificou o painel. A solução foi fazer o boletim de ocorrência, na delegacia e levar o carro para a concessionária. “ Não vou ficar sem carro por vários dias , porque tenho seguro e isso me garante um carro reserva. Necessitamos de segurança para trabalhar. O meu prejuízo estimado foi de R$ 9 mil” , enfatiza o professor que reclama das condições do estacionamento que neste período está coberto de lama: ”precisamos de melhores condições de trabalho urgente.”

Várias ocorrências de furtos de veículo e no interior deles, no estacionamento, foram descritas pelos alunos e servidores. Adevanei Barreto, analista de TI , do CPD da universidade teve dois carros furtados: um quando a universidade funcionava no prédio do antigo Fórum, esse nunca foi localizado e, outro há um ano e meio. No segundo furto, o carro foi encontrado no dia seguinte no Setor de Autarquias Sul (SAS) intacto. Uma professora teve seu Gol furtado duas vezes. Na primeira, encontrou o carro faltando rodas e outros acessórios. Ela o consertou, mas ele foi furtado novamente. Uma aluna perdeu o som do carro, computador e bolsa.

Segundo a administradora do campus, Michele Marinho , o caso do arrombamento do carro do professor Eberth, foi a primeira ocorrência em dois meses e acrescenta que o cercamento do campus , assim como a infraestrutura no estacionamento já estão previstos no orçamento de 2014.

“As catracas implantadas nas entradas dos prédios da faculdade não resolvem o problema da segurança, porque só controlam o que acontece na parte de dentro dos prédios e os funcionários da segurança são guardas patrimoniais, vigiam apenas o espaço físico da universidade e não têm meios ou responsabilidade para impedir os furtos que ocorrem no estacionamento”, critica a aluna Ana de Souza.