terça-feira, 11 de novembro de 2014

Vaticano autoriza abertura de processo de beatificação do 'anjo surfista'

                    

O Vaticano autorizou a abertura do processo de beatificação do médico brasileiro Guido Schäffer, um seminarista que se caracterizou por seu compromisso com as causas sociais e que morreu em 2009, aos 34 anos, quando praticava surfe, uma de suas paixões.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro, que postulou a candidatura do médico e surfista a beato, informou nesta segunda-feira em comunicado que recebeu do prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Ángel Amato, o 'Nihil Obstat', um documento em que o Vaticano indica que não se opõe à abertura do processo de beatificação.
Agora será instalado 'um tribunal para dar início aos trabalhos', segundo o comunicado da Arquidiocese, que enviou no último mês de maio ao Vaticano o pedido de concessão do 'Nihil Obstat' junto com relatos da vida do candidato 'que comprovam que viveu de acordo com as doutrinas da Igreja'.
Schäffer é conhecido por alguns católicos cariocas como 'o anjo surfista' por seu compromisso com as causas sociais e a luta contra a pobreza no Rio de Janeiro, assim como por sua paixão pela prancha de surfe, que não abandonou nem no seminário.
O médico, que oferecia atendimento médico e espiritual a pessoas de poucos recursos, morreu afogado no dia 1º de maio de 2009 após sofrer uma contusão na nuca quando surfava em uma praia do Rio.
Na época tinha 34 anos, trabalhava gratuitamente como médico no hospital Santa Casa da Misericórdia e estava a poucas semanas de ser ordenado como sacerdote.
'Sua história inspira cada vez mais outros jovens a seguirem o caminho de santidade sem deixarem de viver todas as coisas próprias da juventude', segundo a Arquidiocese do Rio. 
 
Uol
 

EMPRESAS DE TERCEIRIZAÇÃO NÃO RECEBEM DO GDF HÁ 3 MESES E CORREM O RISCO DE TER DE SUSPENDER SERVIÇOS

 
As empresas que terceirizam serviços no Governo do Distrito Federal estão chegando no limite de suas possibilidades para manterem os compromissos previstos nos contratos. Há mais de 90 dias o GDF não paga pelos serviços prestados, embora seus representantes insistam em dizer que os pagamentos são feitos normalmente.
A denúncia é dos sindicatos patronais representantes das empresas de asseio, conservação, limpeza urbana, serviços gerais e vigilância privada. Sem receber há mais de 90 dias, elas alertam para uma iminente suspensão do pagamento dos salários de seus funcionários que atuam nos órgãos públicos, assim como dos tíquetes-alimentação e vale-transporte.
O presidente do SEAC/DF – Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário e Serviços Terceirizáveis do Distrito Federal – Antonio Rabello, classifica como “inverdades” as afirmações feitas por representantes do Governo de que os contratos estão sendo pagos. Rabello relembra que esses problemas não são de hoje. “Nos últimos anos temos convivido com o atraso constante nos pagamentos das faturas, apesar de todas as tentativas de negociação que temos feito junto ao governo do DF. O resultado tem sido um rombo no caixa das empresas pois temos que recorrer a recursos próprios para mantermos serviços públicos e o atendimento à população”.
Não tem sido novidade as greves de trabalhadores que fazem a limpeza em hospitais e escolas, que preparam e servem a merenda escolar, que atuam segurança de prédios públicos, ou a suspensão de serviço de fornecedoras de alimentação a funcionários e pacientes de hospitais, entre outras atividades. Por falta de pagamento, a empresa responsável por servir alimentação a quase todas as unidades de saúde da rede pública decidiu suspender, mais uma vez, a entrega das refeições na terça-feira, dia 04 de novembro.
O presidente do SINDESP/DF - Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistema de Segurança Eletrônica, Cursos de formação e Transporte de Valores no Distrito Federal - Irenaldo Pereira Lima, lembra que o problema se agrava a cada ano porque além do atraso no pagamento mensal dos contratos, as revisões previstas para cobrir aumentos de custos, também ficam para trás. Irenaldo explica: “As repactuações que deveriam ter sido feitas pelo GDF para 2014, estão paradas desde janeiro. E é exatamente nessa época de início do ano que nossos custos mais aumentam, com a assinatura das convenções coletivas de trabalho”.
Os acordos entre patrões e empregados, trazem reajuste de salários e de benefícios, como os do vale-transporte, do tíquete-alimentação, dos planos de saúde, dentários, entre outras despesas. “Não temos mais como enfrentar essa situação de insegurança a cada ano e a cada mês, sem que tenhamos a contrapartida. Chegamos no limite das condições de bancar o pagamento dos trabalhadores tirando do próprio bolso, o que vem sendo feito nos últimos meses. Essa situação já acumula prejuízos insustentáveis, muito acima do que qualquer uma poderia suportar “, alerta o empresário.
Somando só os valores a receber este ano em repactuações e faturas atrasadas, algumas empresas amargam prejuízos milionários, que em alguns casos chegam a R$ 30 milhões.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Condições de trabalho inadequadas incomodam docentes da FGA





Dando continuidade à série de reportagens sobre condições de trabalho na UnB, abordamos hoje a situação do Campus da UnB no Gama. Por ser a área nova, a infraestrutura não est...á completa, o que gera insatisfação aos docentes, servidores técnicos administrativos e alunos. Além disso, alguns docentes assinalam que é preciso melhorar os mecanismos de participação dos professores nas tomadas de decisão no Campus.

Segundo um professor, “quando é sol, há poeira; quando chove, há lama”. De acordo com outro docente, a poeira ocorre devido ao atraso na construção do estacionamento e a obras ao redor do campus. Por causa dela, vários alunos, servidores técnicos administrativos e professores queixam-se de problemas de saúde, tais como irritação na garganta e olhos lacrimejando.

Quando chove, pedestres e motoristas precisam passar por poças d’água no estacionamento para chegar ao campus. "Lama pura, carro que atola de vez em quando", afirma um aluno.

A retirada de areia num local próximo ao campus e a passagem de muitos caminhões transportando-a aumenta ora a lama, ora a poeira. Para piorar, há um intenso tráfego de veículos em estradas próximas não pavimentadas e muita poeira ainda associada às obras do BRT. Com isso, muitos acreditam que mesmo com a construção do estacionamento não se irá resolver totalmente o problema da poeira.

E as reclamações não param por aí. A percepção de insegurança é muito grande, pois o campus está localizado em local muito vulnerável e não possui cerca, nem controle de acesso. São comuns as notícias de arrombamentos de carros, furtos de aparelhos de som e de pneus, assim como furtos dos próprios veículos.

Há também reclamações em relação à falta de construção de novos prédios. No plano original do campus, havia previsão para que neste momento o campus contasse com mais edificações que as atuais. Isso gera uma escassez de espaço, que tem tido consequências. Um membro da comunidade menciona que há muitos equipamentos encaixotados que poderiam ser usados em disciplinas de processo de fabricação e usinagem, mas falta espaço para instalá-los. Outros apontam que a biblioteca é muito pequena e não há, portanto, muito espaço para estudar.

O diretor do campus, Alessandro Oliveira, disse que as obras para a construção da cerca começam nos próximos dias. "Eles falam que há possibilidade, ainda no final dessa semana, de que máquinas sejam deslocadas pra cá para começar essa transformação aqui na região, que não inclui só estacionamento, mas também o sistema de drenagem." Informa ainda que a pavimentação será realizada pelo BRT que construiu o Expresso DF.

Está prevista a construção de mais dois prédios no campus, porém, no momento, cogita-se a construção de apenas um. O diretor explica que deverá sair uma licitação dentro de cinco meses. Será um prédio de quatro andares e abrigará os laboratórios, onde o material encaixotado será instalado. "Nós já estamos no limite da estrutura instalada”, complementa Oliveira.

Outra reclamação é quanto ao processo de tomada de decisões no campus – muitos consideram que as decisões estão concentradas na direção e muitos professores se sentem alijados dos processos de decisão.

A professora Thaís Maia Araújo discorda de que os professores não participem das decisões na universidade. “Cada Curso de Engenharia tem seu grupo, cada grupo tem seu representante e cada representante participa de todas as decisões do Conselho e Colegiado. Os representantes comparecem às reuniões do Conselho e Colegiado. Não podemos dizer que não somos representados. Além do mais, as salas são coletivas, cada uma abriga sempre quatro professores, por isso sempre estamos sabendo do que está acontecendo”, pondera. Ela concorda que a biblioteca está pequena, os laboratórios funcionam, mas os alunos estão distribuídos em vários horários. Para as matérias obrigatórias, há salas.

O professor Adson da Rocha acredita que o fato do campus ter sido construído sem divisões de departamentos é positivo, pois a falta de “paredes” entre as áreas facilita a integração entre elas. Por outro lado, ele acredita que “é necessário agora que nós construamos mecanismos eficazes que permitam a maior participação de todos os docentes nas decisões e no processo de construção do campus”. Menciona que o desafio é construir esses mecanismos sem levantar paredes entre as áreas. O professor reitera que os sucessivos atrasos nas obras têm sido, sim, um grande problema para todos.

Para a professora Lourdes Mattos Brasil, o ambiente entre os colegas no campus Gama é ótimo, e só se ressente da infraestrutura material. “O roteador tem que ser substituído para melhorar a internet, há demora em consertar os retroprojetores, falta ventilação nas salas de aula, o que nos impede de fechar as portas das salas, e aí o barulho do trânsito e conversas perto das portas e janelas atrapalham as aulas. Vários colegas têm alergias por causa da poeira”, enumera Lourdes.

Davi Marinho, presidente do Centro Acadêmico do campus Gama, identifica alguns fatores que precisam melhorar. “Se um professor adoece, não tem professor substituto, a lama e a poeira são insuportáveis, o RU quando chove, não funciona, pois o teto é aberto em alguns lugares, assim muitas mesas estão estragadas”, reclama.

Alunos apontam que os que sentam nas laterais das salas de aula não enxergam os quadros por causa dos reflexos e os que se sentam nas últimas fileiras também não os enxergam, porque o piso fica mais baixo. Cada sala comporta cerca de 130 pessoas e alguns sugerem que os quadros deveriam ser mais altos, com tablado para o professor.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Saúde realiza campanha de vacinação contra Poliomielite e Sarampo





 A Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) realiza no próximo sábado (08) o "Dia D de Vacinação contra Poliomielite e Sarampo". A abertura será às 9h, no Centro de Saúde nº 8, localizado na EQS 514/515  - Asa Sul. Serão 126 postos de vacinação.
 
A campanha de vacinação ocorrerá entre 8 e 28 de novembro. O evento tem como alvo meninos e meninas a partir de seis meses de idade até quatro anos, 11 meses e 29 dias. No DF, 182.211 crianças se enquadram neste perfil.

Já para sarampo, o público alvo infantil é de um ano até quatro anos, 11 meses e 29 dias, compondo 161.045 crianças. Durante o período de vacinação, 105 postos estarão ativos.
O Brasil comemora, em 2014, 25 anos livres do poliovírus, responsável pela transmissão da Poliomielite. Também se celebra o 35° ano de Campanhas Nacionais de Vacinação contra a doença.

SARAMPO – O último registro da doença no DF foi em 1999. Os últimos casos de contágio autóctone de sarampo no Brasil ocorreram em 2000 e, desde então, os casos registrados foram importados ou relacionados à importação.
O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar.
 As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A única forma de prevenção é por meio da vacina.
POLIOMIELITE NO BRASIL - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e o último registro no DF é de 1987. Em 1994, o país recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território.
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Palestra gratuita


Semana Nacional de Conciliação começa na próxima segunda-feira no TJDFT

       
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios participa da 9ª Semana Nacional de Conciliação. No Tribunal, o evento começa na próxima segunda-feira, dia 10/11, e vai até o dia 28/11. A Semana Nacional de Conciliação será realizada simultaneamente em todos os Tribunais do país, no período de 24 a 28/11, com o slogan “Bom Pra Todos, Melhor Pra Você”. O evento integra o Movimento Nacional de Conciliação, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ. Este é o segundo ano que o TJDFT abre inscrições para pessoas físicas e jurídicas participarem. As inscrições ficaram abertas de 6 a 17/10.

A  solução por meio da conciliação é rápida e eficaz e tem sido incentivada em todo o Judiciário Brasileiro. A conciliação promove a pacificação social, o respeito entre as partes e a celeridade na Justiça. O TJDFT realiza mutirões de conciliação desde 2003, sempre inovando e com resultados acima da média. Atualmente, o Tribunal realiza conciliações durante todo o ano.

O TJDFT possui um Núcleo, o NUPEMEC, com cinco Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania de Brasília - CEJUSC/BSB, de Família de Brasília - CEJUSC-FAM/BSB; dos Juizados Especiais Cíveis - CEJUSC-JEC/BSB; de Taguatinga – CEJUSC/TAG; e de Planaltina - CEJUSC/PLAN, esse último recentemente criado. Todos esses setores são vinculados à 2ª Vice-Presidência, comandada pelo desembargador Waldir Leôncio Júnior, responsável pela política de mediação, de conciliação e de solução adequada de conflitos de interesses no âmbito da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.

Fonte : TJDF

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Expoecos foi um sucesso de vendas


Um espaço onde o vendedor e o comprador se encontraram para dialogar e conhecer novas marcas foi oferecido nos 3 dias da Expoecos, que aconteceu de 21 a 23 de outubro no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, promovida pela Associação de Supermercados de Brasília (Asbra), em parceria com grandes redes supermercadistas do Distrito Federal.

Esta foi a 32ª e já se tornou referência por ser a maior e com variedade de mix nos estandes da região Centro-Oeste. Para Marcos Pessanha, gerente do Ultrabox do Grande Colorado  Atacado e Varejo, que pertence à rede Big  Box de Supermercados, a feira é uma excelente oportunidade de negócios. " Venho todos os anos e a cada edição ela oferece novidades e variedades incríveis para os gerentes de compra dos supermercados. Na nossa loja temos a visão de que é importante apresentar novidades e a nossa intenção é sempre oferecer o que há de melhor aos nossos consumidores", relata Pessanha.

Para o expositor Adauto Junior, da Diminas de Planaltina-DF, "A  Expoecos serve para demonstrar os produtos a novos compradores e fidelizar os que já são clientes. Um espaço anual que acreditamos que a cada dia vai dar mais oportunidades de vendas. Vejam, a Nova Rede, de Santa Maria, já vai se cadastrar e passar a revender nossos produtos. Um excelente negócios para ambas as partes", ressalta o expositor.