terça-feira, 7 de junho de 2011

Cadê o Detran?
A falta de estacionamento no Setor de Rádio e TV Sul é um caso de Polícia. O povo não respeita nem as vaga destinadas aos taxistas. Ficam pessoas procurando táxis e os taxistas nervosos em busca de passageiros, isso porque não respeitam o direito do motorista de táxi trabalhar. Cadê o Detran para multar e rebocar o carro invasor?
Falta respeito
Há pessoas que reclamam das multas, mas se não são as multas, o índice de atropelamento e de acidentes  seria maior. Quem não quer ser multado deve obedecer as leis de trândito. O Detran deveria dar incentivo para quem não recebe nenhuma multa no ano anterior quando chegar o momento de pagar o IPVA.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Pegou mal
Terminou na quinta-feira(26), o prazo para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde. Não foi ponto para o governo como dizem alguns, foi mais um tiro no pé. É só ir aos hospitais para perceber que apesar de muita publicidade, o povo continua à míngua para conseguir tratamento de saúde. Perderam a oportunidade de mostrar para a sociedade como o governo atual recebeu todo o sistema.
Atendimento especializado

A dificuldade que os portadores de deficiência auditiva sentem em ser atendidos em órgãos do GDF tem seus dias contados. Projeto de lei de autoria do deputado Cristiano Araújo (PTB) foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça. O projeto obriga órgãos do GDF a manter especialistas na Língua Brasileira de Sinais(Libras) para atendimento ao público alvo.
 


domingo, 5 de junho de 2011

Botando as barbas de molho
Alguns homens públicos da cidade deveriam prestar atenção para os casos que aconteceram com Arnold Schawarzenegger e Dominique Strauss-Kahn. Está pegando mal o comportamento de alguns companheiros. Quem avisa amigo é.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O que é DIC, FIC e DMIC?


O cliente da CEB talvez não tenha percebido em sua conta de luz, mas lá  podem ser encontradas as siglas DIC, FIC e DMIC.  Isso quer dizer que toda vez que houver falta de energia, apagões  em qualquer cidade do Brasil, a concessionária de energia elétrica da região terá que compensar o usuário, se esta falta não estiver sendo prevista, por causa de manutenção na rede elétrica.
    Esta compensação financeira ao consumidor em virtude da violação dos valores padrões dos indicadores de continuidade individual (DIC-FIC-DMIC) está em conformidade com a  Resolução Nº 395-ANEEL, de 15 de Dezembro de 2009 que trata dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST – Módulo 8 – Qualidade da Energia Elétrica.
  Para entender melhor, é necessário saber o significado das siglas abaixo: DIC: Intervalo de tempo que, no período de observação, em cada unidade consumidora ou ponto de conexão ocorreu descontinuidade da distribuição de energia elétrica; FIC: Número de interrupções ocorridas, no período de observação, em cada unidade consumidora ou ponto de conexão; DMIC: Tempo máximo de interrupção contínua, da distribuição de energia elétrica, para uma unidade consumidora ou ponto de conexão. Na contabilização destes indicadores são consideradas somente as interrupções com duração maior ou igual a 3 (três) minutos. 
       Os valores relativos à interrupções na conta de luz do usuário devem observar o mês de referência que é o  mês do evento ou interrupção no sistema de energia elétrica e o mês de apuração, mês onde se realizam os cálculos dos indicadores de continuidade individual, cálculo da compensação financeira por violação dos indicadores e envio das informações para a ANEEL (mês subseqüente ao mês de referência). O mês de compensação é o mês referente de crédito ao  consumidor em conseqüência da violação dos indicadores de continuidade individual (mês subseqüente ao mês de apuração), ou seja, no segundo mês após a ocorrência.
            Segundo a assessoria de imprensa de imprensa da CEB Distribuidora, atualmente a empresa está com as compensações financeiras aos consumidores em virtude da violação dos valores padrões dos indicadores de continuidade individual (DIC-FIC-DMIC) em dia. No faturamento referente ao mês de março/2011 foram realizadas as compensações financeiras aos consumidores que tiveram violados os limites de continuidade individual apurados no mês de fevereiro/2011 referente aos eventos e interrupções ocorridas em janeiro/2011.
  Assim se o cliente observar na sua conta de luz, irá encontrar as siglas DIC, FIC, DMIC caso em sua região tenha faltado energia.
Portanto os Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica determinam que a distribuidora deve divulgar nas faturas de energia elétrica o valor do Encargo de Uso do Sistema de Distribuição para que o cliente tenha possibilidade de conferir o valor de sua compensação financeira quando o mesmo tiver os seus indicadores individuais violados.
João Medeiros da Silva, mecânico, morador de Samambaia nunca observou esses indicadores DIC, FIC na sua conta de luz. “ Há muita coisa que as autoridades não explicam, mas se existe essa compensação é bom. Vou está atento  a partir de agora”, desabafa. Salete de Almeida, auxiliar de enfermagem e residente no Guará irá ligar para CEB caso esses indicadores não estiverem na sua conta de luz, pois em janeiro e fevereiro faltou muita energia elétrica na sua rua.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Muita droga em Vila Guaíra, no Céu Azul

Céu azul, em Goiás, de céu não tem nada, dizem os moradores, quando o assunto é segurança pública.  O índice de criminalidade é alto, principalmente furtos, assaltos, drogas, e quem afirma isso, são os habitantes que sentem na própria pele a sensação de insegurança. Pela rua da cidade é difícil encontrar policiais.
 “Aqui se vive com medo, com muito medo. Tem assalto todo dia. Eu já fui assaltado, quando trabalhava, minha esposa também já foi. Aqui é uma cidade perigosa”, afirma pedreiro Robson Rodrigues.

Mesmo para os que moram próximos ao Ciops, a localização não significa tranqüilidade. “Se a gente gritar por socorro, não vai receber ajuda nesta hora, pois às vezes não tem policial, nem viatura no Ciops. E no final de semana é pior, porque só tem um vigia”, desabafa Idalina de Jesus, moradora do local há dezesseis anos.” A gente só mora aqui porque não temos outro lugar”, acrescenta.
A parceria do governo de Goiás com o Ministério da Justiça, que ressultou com o deslocamento de  homens da Força Nacional para o Entorno do DF, é uma medida considerada paliativa por alguns moradores:” É sempre bom saber que temos mais segurança, mas quando eles vão embora, a coisa volta tudo a ser como era antes”,afirma Gonzaga do Prado. “É preciso ter políticas para que os jovens ocupem seu tempo e não caiam nas garras dos traficantes. A Força Nacional faz um trabalho que deveria haver sempre”, relata a dona de casa Maria Amélia de Santana.
Mas no Vila Guaíra, que fica no Céu Azul, a situação é ainda é pior. Existem casas em regiões de risco, algumas ruas interrompidas por erosões, impedindo desta forma a passagem de carro e em conseqüência de viaturas policiais, o tráfico atrai muita gente. Informações do 20º Batalhão da Polícia Militar indicam que dos vinte seis presos que fugiram do presídio de Valparaíso, muitos moravam no local e foram presos por homicídios, roubos, vários crimes, por isso a polícia intensificou as revistas e abordagens no local.
Um caso pitoresco relatado pelos moradores ocorreu mês de março. Um tratorista da prefeitura foi realizar a terraplanagem de uma rua cheia de buracos que impossibilita a passagem de carros, quando foi surpreendido por dois adolescentes que o ameaçou com revólveres, impedindo assim o início do trabalho.
O major Clemente, comandante do 20º Batalhão da Polícia Militar está ciente do problema e afirmou que assim que o prefeito quiser fazer o nivelamento da rua , policiais irão ao local para garantir que o tratorista possa trabalhar.
No Setor Guaíra impera a lei do silêncio. À tarde quando nossa reportagem foi ao local, várias crianças e adolescentes brincavam pelas ruas empoeiradas. A desculpa era a falta de aula, porque a escola estava realizando o conselho de classe. Mas observamos muitos jovens ociosos em esquinas que afirmaram que lá não há violência, não há bocas de fumo.
O mecânico W.U.T* busca seu filho de 15 anos que está morando no Guaíra há vinte dias. “Meu filho está envolvido com drogas e conheceu uma pessoa de lá, aqui em Santa Maria, e fugiu de casa. Nesse setor há um local chamado Baixada do Guda que fica após as casinhas onde rola de tudo, eu já vi. Já procurei a polícia, porém eles não podem fazer nada. Alguns moradores me aconselharam que não eu procure a polícia, pois muitos policiais frequentam o local  e quando há revista, os traficantes sabem logo”, desabafa.
Para L.S .A.*,  na vila há muita droga e os jovens são aliciados para a venda. “Minha família já viveu esse drama ano passado quando meu sobrinho foi para lá e ficou vindo aqui, no Gama trazendo drogas para vender. Pior, que todo sabe, a polícia sabe e ninguém faz nada”, declara.
A manicure E.P.S.*, residente em Santa Maria também procura o filho de 17 anos que dizem está vivendo no Vila Guaíra, em Céu Azul, há mais de dois meses. “Ele só liga e diz que está bem, que eu reze por ele. Meu filho está sendo usado por bandidos por ser usuário de drogas e eu me sinto impotente e ameaçada, pois se eu for buscá-lo posso sofrer represálias. Meu filho deve aos traficantes”, confessa.
O chefe do batalhão da Polícia Militar de Valparaíso, major Clemente, ressalta que a Vila Guaíra é um lugar carente, mas a prefeitura começou a realizar várias obras no local. Construiu casas para abrigar os moradores das áreas de risco. “ Na Vila Guaíra  começamos a trabalhar com a comunidade , estamos melhorando a segurança aqui na região, temos realizado um patrulhamento e abordagens o tempo todo. A comunidade já nos conhece, porque demos palestras para as Mulheres da Paz, um projeto do Governo Federal”, afirma o major.
A assessoria de imprensa da prefeitura de Valparaíso, informa que a prefeita Leda Borges investe bastante na segurança da cidade de Céu Azul, principalmente na Vila Guaíra, com recursos da própria prefeitura, incentivando policiais de folga a prestar serviços nas portas das escolas, policiando área de maior conflito, em vez de  trabalhar em outras atividades quando  eles estão de folga. Além disso, a prefeitura entregou até agora 131 casas para os moradores da Vila Guaíra que se encontram em áreas de risco, próximos ao córrego e aos barrancos.
A droga consumida no Distrito Federal é uma das mais perigosas entre as distribuídas no país. Uma análise feita pela Secretaria de Segurança Pública do DF revelou que a cocaína e o crack que chegam às ruas do Distrito Federal vêm da Bolívia, onde o refino da pasta base chega a usar até solução de bateria de carro. As investigações mostraram que a droga passa por Mato Grosso e é refinada no Entorno, sendo então vendida em Brasília.


A cocaína oriunda da Bolívia é uma das piores segundo especialistas da área de segurança, porque o refino é feito com substâncias alternativas, como o cal, cimento, solução de bateria de carro, querosene, gasolina e até hormônio para a engorda de gado. Quando ela chega aos laboratórios rústicos em Goiás, a droga sofre novas transformações, tornando-se cada vez mais perigosa não apenas pelo teor alucinógeno, mas também pelas substâncias misturadas ao pó.

* Nomes fictícios a pedido dos pais.






 

Curioso

Há apenas uma rua, mas nessa rua, um lado pertence ao Céu Azul, Goiás; o outro pertence ao DF. É onde o Residencial Santa Maria está localiza, às margens da DF 290. A parada de ônibus que servem aos moradores do Guaíra está no DF.
Os moradores já se acostumaram com as distorções. Carlos da Silva, mestre de obras, ri , pois a água é da Caesb, a luz da CEB, mas o telefone e com o prefixo do Goiás. O local sofre com o abandono mesmo pertencendo ao Distrito Federal.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pegou mal

Terminou na quinta-feira(26), o prazo para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde. Não foi ponto para o governo como dizem alguns, foi mais um tiro no pé. É só ir aos hospitais para perceber que apesar de muita publicidade, o povo continua à míngua para conseguir tratamento de saúde. Perderam a oportunidade de mostrar para a sociedade como o governo atual recebeu todo o sistema.