terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mesa branca

No próximo dia 18, começa o 1º Seminário de Comunicação Pública do Distrito Federal (#ComunicaDF), que acontece na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Pensado e reivindicado pela sociedade civil, o Comunica DF foi totalmente disvirtuado e o painel de abertura irá contar com representantes do Governo do Distrito Federal em quase todas as  instâncias. A sociedade civil que pensou e exigiu a duras penas o Seminário, terá apenas um representante. É o que se pode chamar de "mesa chapa branca". Estão previstas discussões sobre o Estado e as políticas públicas de comunicação;Projetos locais para a comunicação; As experiências de comunicação em governos populares. Já os grupos de trabalho (GTs) devem debater a comunicação entre o GDF e a população; Comunicação pública e comunitária; Acesso à internet e Comunicação Digital; Comunicação e Diversidade; Participação social nas políticas de comunicação. A ENAP fica na Sais - Área 2A - Setor Policial Sul. Clique aqui para ver a programação completa.
Fonte: Câmara em Pauta

Último dia

O período de inscrição dos candidatos ao cargo de Conselheiro Tutelar encerra amanhã, dia 15 de agosto. A inscrição é gratuita e deve ser realizada pelo site da Secretaria da Criança: http://www.crianca.df.gov.br.

domingo, 12 de agosto de 2012

A saudade e as lembranças

Meu pai chegou em Brasília para trabalhar na construção da cidade. Em sessenta, minha mãe chegou comigo e minha irmã, Antonia. Aqui, ela e meu pai tiveram mais sete filhos.
Meu pai ,um pedreiro dos bons e ladrilheiro dos mais caprichosos, criou ao todo 9 filhos com o trabalho de seus braços, nos educou para respeitar os outros. Como erámos muito, percebia que ele fazia um planejamento danado com minha mãe para termos comida todos os dias e o material necessário para estudarmos. Roupa e calçado, só em julho e dezembro. Nunca moramos de aluguel, sempre tivemos uma casa arrumadinha. Às vezes brigava conosco, principalmente quando entramos na adolescência, pois não entendia como os filhos de repente se tornaram tão independentes e queriam alçar muitos voos, falavam difí cil e exigiam dos irmãos mais novos que estudassem cada vez mais.
Ele não está mais conosco há três anos e gostaria de  termos tido mais tempo para conversar  e mostrar que da sua maneira ele me fez uma pessoa boa, trabalhadora, honesta, que sua conduta nos levaram a caminhos do bem. Ele não tinha muito estudo, era meio bronquinha, turrão, mas criou uma família unida, batalhadora(toda família discorda, briga, porque cada filho pensa diferente,e os pais também., mas crescemos com o aprendizado e com os  ensinamentos de Deus e de nossos pais).
Uns anos antes de falecer, ele me disse que Deus não poderia dar-lhe uma filha melhor. Mesmo com nossas divergências sempre aceitei meu pai. Lembro que quando erámos pequenos, recebia pagamento, nos levava  numa bicicleta cargueira ao parque de diversão.
Fica a saudade, pois ainda não nos acostumamos com a perda.
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Programa Pai Legal nas Escolas

Criado em 2002 pela Promotoria de Justiça de Defesa da Filiação( Profide), o Programa Pai Legal nas Escolas atende os alunos menores matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. O Programa percorre as regiões administrativas do DF, em atendimentos coletivos que ocorrem cinco a seis vezes por ano, sendo realizadas nas escolas próximas ao local de residência das crianças ou em centros comunitários com capacidade para receber um grande número de pessoas. Nestas audiências são realizados, gratuitamente, reconhecimentos voluntários de paternidade, firmados pelos pais biológicos e também são abertos os procedimentos preliminares de paternidade quando o suposto pai se nega ou se encontra impossibilitado de comparecer. É possível a abertura de procedimentos desta natureza também em caso de supostos pais já falecidos, presos, residentes em outro Estado, e ainda quando a mãe disponha de dados, ainda que poucos, que possam auxiliar na localização de supostos pais cujo paradeiro seja desconhecido.

São objetivos do Programa Pai Legal nas Escolas:

  • Cumprir a Lei 8.560 de 29 de dezembro de 1992;
  • Garantir às crianças e adolescentes o direito à paternidade; direito implícito no princípio constitucional da dignidade humana;
  • Conscientizar as comunidades escolares públicas do Distrito Federal quanto à importância e o direito de toda criança em ter declarada sua paternidade em seu registro de nascimento;
  • Sensibilizar os supostos pais de crianças - alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal, quanto à importância emocional e social da paternidade.

sábado, 11 de agosto de 2012

Clima tenso

Em Vicente Pires o clima está acirrado entre grupos simpáticos ao atual administrador e a ex.  A todo instante, surgem reclamações de ambos os lados. É preciso trabalhar e deixar as picuinhas de lado. Para apagar as chamas, surge o nome do professor Rodrigo de Paula, uma pessoa serena , prática. E é indicação do governador. Tomara!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Secretaria de Saúde deverá aumentar leitos de UTI no Distrito Federal

Uma inspeção realizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal apontou uma série de irregularidades na gestão dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva pela Secretaria de Saúde do DF. A inspeção foi motivada por uma decisão de 2009, que já determinava à SES que se manifestasse em relação à má gestão de recursos humanos, materiais e equipamentos para os leitos próprios de UTI, a carência de novos leitos, a falta de planejamento e a ausência de critérios objetivos para contratações e convênios com a rede hospitalar privada.
Diante do que foi apurado, o TCDF recomendou à Secretaria de Saúde do Distrito Federal que adote providências no sentido de ampliar a quantidade de leitos de UTI para atender à demanda do DF. Segundo Ministério da Saúde, o ideal é ter um leito a cada 10 mil habitantes. O corpo técnico do Tribunal averiguou que, hoje, a rede pública de saúde do DF possui 229 leitos de UTI, sendo que 22 estão inativos por falta de recursos humanos, materiais e/ou equipamentos. Ou seja: 207 leitos de UTI próprios em atividade, quando o número ideal seria 260.
Para atender a demanda, a SES credencia hospitais particulares. No entanto, a inspeção revelou que a taxa de ocupação dos leitos de UTI próprios da SES é baixa, em torno de 55%, ao passo que a taxa de ocupação ideal seria de 87%. Além disso, constatou-se que a permanência do paciente na UTI após a alta, por falta de leitos disponíveis nas enfermarias, aumenta consideravelmente a conta a ser paga aos hospitais terceirizados e diminui a rotatividade nos leitos dos hospitais públicos. No período de janeiro a junho de 2011, a despesa com esses casos foi calculada em R$ 3.217.500,00.
Dessa forma, o Tribunal também determinou que a Secretaria de Saúde, no prazo de 60 dias, se manifeste a respeito da baixa utilização dos leitos de UTI próprios e das providências adotadas para a liberação dos leitos inativos. A SES também deverá se manifestar sobre a permanência de pacientes com alta em leitos de UTI e sobre o pagamento de diárias a hospitais privados acima do valor contratado.
TCDF

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Presença de genéricos no mercado de medicamentos quadriplica em dez anos

A participação dos genéricos no mercado de medicamentos praticamente quadruplicou nos últimos dez anos. Com preços até 65% menores do que os dos produtos de referência, os genéricos são responsáveis por 24% das vendas por unidade atualmente, segundo o Ministério da Saúde. Esse percentual, há dez anos, era 5,7%.
Para o coordenador do Programa Farmácia Popular do ministério, Marco Aurélio Pereira, o aumento vem ocorrendo desde o lançamento da política de medicamento genéricos em 1999.
A aquisição de medicamentos a preços mais acessíveis gera, para o ministério, economia no orçamento, o que facilita a ampliação da quantidade de produtos da lista de medicamentos. Para as farmácias particulares, que tem convênio com o SUS, a ampliação do leque de opções atrai um número maior de consumidores e aumenta o lucro dos estabelecimentos.
O coordenador informou que a economia de recursos gerada com a compra de genéricos pelo ministério tem permitido a ampliação significativa de medicamentos ofertados de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde e também nas farmácias privadas por meio do Programa Aqui Tem Farmácia Popular. Desde o início do programa, em 2006, o número de medicamentos ofertados cresceu de oito para 25 itens para combater especificamente diabetes, problemas de pressão e asma.

Fonte: Agência Brasil